"... E Freud consegue inverter integralmente a questão, dado que o masoquismo, uma vez transformado em representação, nos ajuda a viver; mais tarde dirá que é isso que permite ao indivíduo domesticar a sua pulsão de morte, que se funde com Eros, constituindo o masoquismo um compromisso entre estas duas partes. Deleuze assinalou a disparidade entre o funcionamento do perverso sádico e o do masoquista, em que o primeiro se mostra impulsivo enquanto o segundo é sonhador ou até lírico."
"Sob a aparência de docilidade e discrição, todo o masoquista se arrisca a esconder um ser capaz das piores cóleras e até da destrutividade mais insensata, uma aptidão para fazer mal, tanto mais perigosa quanto imprevista."
de http://pensamentosubmisso.wordpress.com/
Então, Doce Senhor, quando te entregaste ao terrível martírio, nada mais queria que nos salvar de ti mesmo?
Então, Meu Primeiro Amor, sou eu mesmo meu próprio demônio?
Então, Primogênito Herói, nossa grande e eterna missão é equilibrar os campos entre o Controle Absoluto, que nos implode e traz a morte em vida, e a Grande Cólera, que explode tudo o nosso redor e traz o Caos á nossa mente?
Amar a nós mesmos, para amar o próximo. Ou como poderíamos amar ao próximo se não nos temos amor.
Te Amo, Meu Mestre.


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