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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Cíaran´s Tatoo - A Tatuagem de Cíaran




"Hungry for life

And thirsty for the distant river
Like the scar of age
Written all over my face
The war is still raging inside of me
I still feel the chill
As I reveal my shame to you
I wear it like a tattoo
I wear it like a tattoo

I wear it like a tattoo"
(Sade - Like a Tatoo)              

           Então, pessoal, fiz uma tatuagem no Cíaran semana passada e compartilho minha experiência com vocês.
          O primeiro passo foi dar uma revisada na matéria do blog da Fran, cujo endereço é http://make-mereal.blogspot.com.br/2012/04/i-got-you-on-in-my-skin-tattoo-basica.html, e no tutorial da Lelie, em http://www.resinheaven.com.br/forum/viewtopic.php?f=20&t=4177. São tutoriais muito importantes. Leiam.
         Depois, juntei os materiais que vou usar: MSC , Lápis Aquarelável, Apontador, Lapiseira, Borracha (está na lapiseira), Papel de Seda, Fita Dupla face.


                A idéia da tatuagem já tem um tempo. Sempre associei meu professor com a primeira carta do Tarô, o Mago, cujo símbolo é o infinito.



                Então, fui buscar o símbolo do infinito na net, e ele aparece em muitas versões. Buscava um desenho do estilo tribal, e me deparei com esse Triskle (pronuncia: triskel), um símbolo celta (e o Cíaran é filho de irlandês com brasileira). Nele, os três aspectos escolhidos estão unidos com uma círculo, que significa justamente o infinito e a ligação entre eles.


                Os aspectos representados pelo Triskle são variáveis, dependem de pessoa para pessoa, e Cíaran escolheu o Amor, a Inteligência e o Poder.
-Poder, Cíaran?
- Lógico!
- Por quê? Você não é do tipo ambicioso! O.o
- Jagara, até que possa explicar todos os aspectos intrínsecos dessa questão, a noite vai virar madrugada, e você precisa dormir cedo, não é?


                Então imprimi o símbolo no tamanho que considerei mais adequado no papel de seda, fixando-o na folha de sulfite com a fita dupla face (mas pode ser com fita crepe) colocada nas pontinhas, sem incidir no desenho, deixando uma boa margem (vejam a posição das fitas nos círculos amarelos).

                Quando imprimir, use o modo econômico. Vai borrar um pouco, mas bem menos que no modo normal. Procure usar uma folha que não esteja amassada para diminuir a incidência dos borrões. Quando o papel de seda é retirado - com o maior cuidado - do sulfite, as pontinhas podem rasgar, mas não vão incidir sobre o desenho. 


                Agora faço um carbono no verso do desenho com todo cuidado usando grafite. O ideal é um lápis com a ponta já gasta, meio arredondada, para não machucar o papel de seda. Como não tenho o calibre de artista igual a Abel, apelo para este “copiator tabajara”!


Agora vamos ao Cíaran. Tá pronto, meu amor?
- Peraí!


- Manda ver!
                Algumas pessoas talvez pensem “OMG! Aquela louca nem desmontou o doll, comopode?!?!” Desmontar o doll é uma questão de conforto, e realmente facilita muito na hora de desenhar, ainda mais se for uma área complicada, ou que vc precise girar para fazer melhor os traços do desenho. Nesse caso, a área era pequena, estava com preguiça (fiz isso à noite), e o Cíaran estava com pressa.



- AHHHHH!!! QUE GELO!!!!
                Usei duas camadas de MSC para a base e mais duas para selar, considerando que o Triskle vai ficar num lugar escondido da luz solar e que o desenho é super simples. Mas em tatoos aparentes e mais elaboradas, vale o esquema de passar MSC em cada fase do desenho: uma após as linhas, uma após o shading (sombreamento), uma após cada camada de cor, como acontece com o face up.
            O MSC é muito legal de trabalhar. Ele faz uma camada porosa que permite fazer o desenho direitinho, e não fica aparente, não.


                Centralizei e fixei o desenho com fita dupla face (mas juro que na próxima uso fita-crepe!) e comecei a contornar o desenho. Vejam como ficam os traços do desenho bem fraquinhos nas costas do doll. É sobre eles que apliquei o lápis aquarelável preto, dando o contorno do Triskle.



   Quando houver qualquer erro, use borracha para apagar. Usei uma borrachinha de pvc que funcionou muito bem. Alguns traços não ficaram perfeeeeeitos, resvalaram um pouquinho, mas junto com o lápis aquarelável azul, fizeram um tipo de “shading”. Num segundo momento posso usar tinta acrílica, mas não hoje.


                Mais um pouquinho de MSC antes de reforçar o azul. Reparem: passei o verniz na varanda de casa, num local ventilado, pois ele tem um cheiro forte. Uma distância bacana para passar é cerca de 30 cm. Outra coisa importante é que não choveu nos últimos dois dias, e isso é um detalhe crucial para evitar bolhas no MSC. 


-Acabou, Jagara?
-Ufa, está pronta! - "Ô, Doll lindo que eu tenho!" ,,,=^.^=,,,


- Você caprichou, né?
- Gostei do resultado, apesar das condições adversas e da sua pressa. Mas ainda não entendi por que você escolheu Amor, Inteligência e ...


- ...Cíaran, seu solhos estão brilhando!?!?
- Isso é o Poder!
- Ai,ai, ai, seu Cíaran! Olha lá, héin! O.o!

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EXTRA! EXTRA!! EEEEEEEEEEEEEEEXTRAAAA!!!

Iason: Hummmm... Então o professor andou ganhando alguns poderes?
Riki: Parece que sim. A Bastet disse que ele está se encontrando com a "sombra" dele.
Iason: Só a sombra? - Ele passa a mão no pescoço de Riki, que fica todo arrepiado.
Riki: Que mer... AH, PÁRA, IASON!
Iason: Me parece que Cíaran quer se exibir. Mas seria para mim ou para você?
Riki, chacoalhando os ombros: Que me importa?
Iason: Riki, olhe nos meus olhos. Agora!
Riki: O.o´´´
Iason: Ficas tão lindo com medo.
Riki: Bah! Quem disse que eu tô com medo, loraça?

sábado, 26 de maio de 2012

Kallius, the Wanderer.

Um lobo ferido ou uma fera sem coração?


"With my heart black as the night I feel no pain when I die
Blood runs warm as I fight against you
In my dreams I have seen the light, but it is fading away
My mind is filled with endless sorrow
The light that used to shine so bright is no more alive
When I walk through this dream I see the light
No way to escape this fucking reality of mine
With my eyes black as my blood I see the approaching death
The souls I curse haunt me forever
When the sky turns black and there isn o light in sight
I come from the dark to tear your heart apart."
(Endless War - Norther)

           Nascido numa aldeia no frio Norte do mundo, Kallius viu sua família e amigos serem massacrados pela guerra imposta por um governante louco. Criança ainda, foi levado para Pits of Saron, para uma árduo e cruel treinamento, onde os mais fortes eram escolhidos para fazer parte de um exército fascínora. Sedento de vingança, ele foge e se torna mercenário, suas andanças têm por objetivo matar um a um os malfeitores que destruíram suas origens.


Olá, Pessoal,

Estou começando um novo projeto. Kallius é o personagem de um amigo meu (Kal, que me ajudou a tirar o Iason do correio, 2 posts atrás). É um personagem tão atormentado e fascinante que decidi resincarná-lo.  A princípio não pretendo ter um doll exclusivo para ele, mas utilizar o EID Akando, já que "o Cíaran está na Espanha procurando a Sekmeth mesmo"!

Bem vou colocar o profile dele aqui e depois a história que inventei. Enquanto o texto acontece, coloco as primeiras imagens do Akando como Kallius :


Nome: Kallius Wolfson
Modelo: Iplehouse Akando RS
Raça: Humano Terrráqueo
Cabelo: negro, comprido até o meio das costas
Olhos: negros, profundos e aparentemente sem vida.
Pele: branca, mas bronzeda
Marcas: Tatuagens de lobo em seus braços
Sexo / OS: Masculino, heterossexual
Idade: aparenta 17.
Altura: 1,83 (70 cm)
Aniversário / Signo: a data, não sei, mas Gêmeos é o signo ideal para ele.
Nacionalidade: Finlandês
Profissão: Mercenário, andarilho, assassino de aluguel
Disciplina: Lida com 8 tipos de armas e luta corporal.
Característica Especial: É um highlander escolhido de Rá.
Arma: Espada grande e curvada chamada WolfSwift
Humor: sério, sisudo, austero demais.
Comida preferida: churrasco mal passado.
De quem mais gosta: Cerunnos (Rá).
Gosta de: uma boa briga, cerveja, carne, sexo.
Não gosta: de ficar muito tempo no mesmo lugar.
Não se separa de: de sua espada WolfSwift.
Perpétuo: está entre Mathew e Corinto
Apelido: Totó 


Roupas : Amarra em couro para o cabelo, colar artesanal com dente de lobo, regata velha cinza ou marrom, colete preto em couro com enfeites em pele, insígnia celta em metal no colete, luva em couro preta nude-fingers com tachas, arm-guard em aço, botas pretas com pele(obs: a pele é costurada na meia), calça preta, cinto cruzado com porta-espada, alforje em couro marrom. 
Os itens em verde já estão aqui.



           Highlanders tem seus nomes começados em K, homenagem a Karnac, orsirosiano que criou a magia da imortalidade.
Kallius era um menino da tribo de Ur, que viu a chegada dos primeiros orsirosianos. Ur foi invadida pela Horde, sua família foi morta e ele foi levado para treinar arduamente em Pits of Saron, para tornar-se um soldado zumbi da tribo inimiga.  Fugindo de seu mestre, ele torna-se um mercenário frio. Kallius consegue vingar sua família e sua tribo, matando todos os chefes do clã inimigo. Finda sua batalha, ele começa sua caminhada pelo mundo. Luta, ganha dinheiro, anda para a próxima cidade, vai para os bordéis, gasta o dinheiro que tem, luta e vai para a próxima cidade. Determinado dia, numa estrada deserta, longe do barulho das cidades, das orgias e da bebida, ele encontra-se com seu imenso vazio. As nuvens são escuras no céu, e a solidão, que nunca o incomodara, agora era insuportável. Prestes a enlouquecer, ele escuta alguém cantar. Ele segue a bela canção por alguns quilômetros, e encontra Rá, agora chamado Cerunnos, em Stonehenge.


Nesse momento aparece um Anúbis, um dos soldados de Seth, prestes a atacar Cerunnos. Kallius, rápido como o vento, feroz como os lobos, destroça o inimigo com sua espada. No entanto, o Anúbis era muito forte, e feriu o rapaz de morte. Cerunnos, em agradecimento, realiza o encanto de Krishna, e concede ao guerreiro “uma vida tão longa que a nenhum outro humano seria concedida”.  Convida-o também a seguí-lo, e Cerunnos o ensina a ler, escrever, e muitas outras coisas sobre o mundo e o universo. Cerunnos tornou-se o pai que ele nunca teve. Eles voltam ao Egito, e o andarilho participa com sucesso da defesa da casa de Rá. Quando este decide permanecer na Terra, em favor dos humanos, o filho e Ur segue com o velho mestre, e eles voltam para a Gália, onde instaura-se a nação Celta.


Quando Rá retorna a Misrayin com Bastet e Sekhmeth, Kallius se vê sozinho novamente. Decide, voltar ao vilarejo onde havia nascido. Muitos anos haviam se passado, sua era havia passado, e ele não tinha percebido. Deu-se conta que andou tanto pelo mundo, que nunca havia criado raízes. Ele não tinha mais um lugar, tudo havia mudado. Decide então seguir mais para o norte, procurando a Aurora Boreal.  Diziam que ela era a única deusa que poderia tirar o feitiço de Rá e trazer-lhe a paz da morte. Durante a viagem, Kallius cai numa fenda de gelo, e permanece lá por anos sem fim, desacordado.


Em 2250, o planeta Terra não é nada daquilo que conhecemos. As Megalóples tomaram conta das regiões Sul, principalmente na América e na África. O idioma corrente chama-se Comum, uma mistura de inglês, português, chinês e dialetos alienígenas. Os países do Norte estão quase desertos, e a natureza retoma o lugar que perdeu por muitos milhares de anos. O clima está bem mais quente, e são poucas as geleiras. A fenda onde Kallius está preso é um dos últimos refúgios de gelo na tundra, mas naquela primavera, a esquife de gelo começa a derreter.



Um grupo de cientistas o encontra, e a aceleração de seus sinais vitais (seu coração batia ao ritmo de uma pulsação por ano!) faz com que eles retornem imediatamente à base.
Os médicos fazem uma série de exames e se espantam: Não havia um sinal de vacina em seu sangue. Seu corpo apresentava marcas de sífilis e varíola, seus pulmões haviam passado por uma tuberculose, doenças que haviam sido extintas há 200 anos atrás ou mais, e o teste de carbono 14 em suas roupas revelaram que ele era muito, muito antigo.
Linguistas de três continentes o ouviram por net-conference, sem sucesso. Havia apenas uma pessoa que conseguiria se comunicar com ele, e ela estava num planeta a milhares de anos luz dali.
Riva Tygress, esposa de Ceres Tygra, Primeiro Ministro de Thundera, chegou na manhã de quarta-feira, atravessando um Stargate. Ela tinha o dom da linguagem, e eles conversaram por toda a tarde.
            Resultado:
- O lugar dele não é na Terra. Kallius é um escolhido dos Orsirosianos. Ele deve retornar para Misrayin, para junto de Rá. - Ela disse assim que saiu.
- Rá, o deus egípcio do sol!?
- Eles não são deuses, são outra civilização.
- Mas não podemos deixá-lo partir.
- Por que vocês me chamaram?
- Oras, você é a única que pôde entendê-lo.
- Vocês entendem meu dom?
                Os cientistas se entreolharam.
- RESPONDAM!
- Er... Não... isso precisaria  de mais estudos e...
- E vocês entendem todas as maravilhas que os aliens lhes apresentam?
- Não.... nem todas, mas há estudos....
- ESSE RAPAZ É FILHO DE RÁ, ELE NÃO PERTENCE A ESTE MUNDO CAÓTICO! OU ELE SEGUE COMIGO E EU O DEVOLVO A SEU PAI, OU A TERRA SERÁ A NOVA HIROSHIMA!!!!
            
             Quando o comando do exército chegou, no dia seguinte, para levar Kallius para seus laboratórios, encontraram uma múmia do paleolítico. Naquela noite, um dos cientistas foi encontrado morto, e o grupo tinha descoberto quem os espionava e entregava todas as descobertas e invenções para o exército. Eles só não vieram antes pois toda a rede mundial teve uma pane de três dias.


                 Em Thundera, após uma viagem no Stargate:

- Onde está Cerunnos?
- Ele virá. É uma questão de tempo. Kallius, esta é a minha casa, o planeta que escolhi para viver. Vou te apresentar a algumas pessoas. Com certeza uma delas te conhece, Bastet, a filha mais velha de Rá... ops, Cerunnos.
- Lembro bem dela. Nos vimos há pouco tempo.
- Você entende o que aconteceu com você?
- Não.
- Quer que eu explique?
- Não. Quero apenas ver meu amigão.
                Kallius permaneceu no Giroscópio, com Bastet, Keanu, Banthii, Jagara, Riki e Iason por alguns meses. No entanto, apesar de serem boas pessoas e ótimos guerreiros, ele preferia ficar sozinho ou andava por Thundera por vários dias. Quem mais o entendia eram Riki e Keanu, um garoto de rua e outro andarilho-guerreiro.
No fim desse período, uma imensa nave dourada, surgiu nos céus de Thundera. Rá, com os cabelos brancos assumidos, e uma linda túnica dourada, apareceu. Hórus o seguia, cabisbaixo.
- Ficarás aqui, filho. Me doí o coração submetê-lo á mortalidade, mas tu deves passar pelas mesmas provações que suas irmãs. Assim também, aprenderás a dar valor a teu pai.
             


                  Qual não foi a surpresa de Rá ao encontrar Kallius:
- Tú deverias ter partido comigo, filho! Tú, que foste gerado de mulher humana, foi mais meu filho do que aquele que foi gerado por mim. Vem, terás lugar de honra ao meu lado.
              O guerreiro-lobo voltou ao Giroscópio alguns meses depois. Parecia outra pessoa. Seu cabelo, comprido até a cintura e cortado reto, vestia-se como um líder celta, seu corpo não tinha mais as marcas dos antigos ferimentos e doenças, suas tatuagens haviam sido refeitas, e a tinta usada em Misrayin, com poderes mágicos, fazia os lobos se moverem em seus braços quando ele lutava. Teve acesso a toda compreensão de sua história, e tudo o que havia acontecido na Terra, em Misrayin e Thundera. E voltou para ajudar na luta contra os antigos espíritos do mal.
             
Kallius was Made Again.

Kal, me corrija onde estiver errado. Manda as mensagens no FB, ok.

That´s all, folks! Por hoje é só, pessoal

Uma ótima semana para todos!


Jagara