sábado, 26 de maio de 2012

Kallius, the Wanderer.

Um lobo ferido ou uma fera sem coração?


"With my heart black as the night I feel no pain when I die
Blood runs warm as I fight against you
In my dreams I have seen the light, but it is fading away
My mind is filled with endless sorrow
The light that used to shine so bright is no more alive
When I walk through this dream I see the light
No way to escape this fucking reality of mine
With my eyes black as my blood I see the approaching death
The souls I curse haunt me forever
When the sky turns black and there isn o light in sight
I come from the dark to tear your heart apart."
(Endless War - Norther)

           Nascido numa aldeia no frio Norte do mundo, Kallius viu sua família e amigos serem massacrados pela guerra imposta por um governante louco. Criança ainda, foi levado para Pits of Saron, para uma árduo e cruel treinamento, onde os mais fortes eram escolhidos para fazer parte de um exército fascínora. Sedento de vingança, ele foge e se torna mercenário, suas andanças têm por objetivo matar um a um os malfeitores que destruíram suas origens.


Olá, Pessoal,

Estou começando um novo projeto. Kallius é o personagem de um amigo meu (Kal, que me ajudou a tirar o Iason do correio, 2 posts atrás). É um personagem tão atormentado e fascinante que decidi resincarná-lo.  A princípio não pretendo ter um doll exclusivo para ele, mas utilizar o EID Akando, já que "o Cíaran está na Espanha procurando a Sekmeth mesmo"!

Bem vou colocar o profile dele aqui e depois a história que inventei. Enquanto o texto acontece, coloco as primeiras imagens do Akando como Kallius :


Nome: Kallius Wolfson
Modelo: Iplehouse Akando RS
Raça: Humano Terrráqueo
Cabelo: negro, comprido até o meio das costas
Olhos: negros, profundos e aparentemente sem vida.
Pele: branca, mas bronzeda
Marcas: Tatuagens de lobo em seus braços
Sexo / OS: Masculino, heterossexual
Idade: aparenta 17.
Altura: 1,83 (70 cm)
Aniversário / Signo: a data, não sei, mas Gêmeos é o signo ideal para ele.
Nacionalidade: Finlandês
Profissão: Mercenário, andarilho, assassino de aluguel
Disciplina: Lida com 8 tipos de armas e luta corporal.
Característica Especial: É um highlander escolhido de Rá.
Arma: Espada grande e curvada chamada WolfSwift
Humor: sério, sisudo, austero demais.
Comida preferida: churrasco mal passado.
De quem mais gosta: Cerunnos (Rá).
Gosta de: uma boa briga, cerveja, carne, sexo.
Não gosta: de ficar muito tempo no mesmo lugar.
Não se separa de: de sua espada WolfSwift.
Perpétuo: está entre Mathew e Corinto
Apelido: Totó 


Roupas : Amarra em couro para o cabelo, colar artesanal com dente de lobo, regata velha cinza ou marrom, colete preto em couro com enfeites em pele, insígnia celta em metal no colete, luva em couro preta nude-fingers com tachas, arm-guard em aço, botas pretas com pele(obs: a pele é costurada na meia), calça preta, cinto cruzado com porta-espada, alforje em couro marrom. 
Os itens em verde já estão aqui.



           Highlanders tem seus nomes começados em K, homenagem a Karnac, orsirosiano que criou a magia da imortalidade.
Kallius era um menino da tribo de Ur, que viu a chegada dos primeiros orsirosianos. Ur foi invadida pela Horde, sua família foi morta e ele foi levado para treinar arduamente em Pits of Saron, para tornar-se um soldado zumbi da tribo inimiga.  Fugindo de seu mestre, ele torna-se um mercenário frio. Kallius consegue vingar sua família e sua tribo, matando todos os chefes do clã inimigo. Finda sua batalha, ele começa sua caminhada pelo mundo. Luta, ganha dinheiro, anda para a próxima cidade, vai para os bordéis, gasta o dinheiro que tem, luta e vai para a próxima cidade. Determinado dia, numa estrada deserta, longe do barulho das cidades, das orgias e da bebida, ele encontra-se com seu imenso vazio. As nuvens são escuras no céu, e a solidão, que nunca o incomodara, agora era insuportável. Prestes a enlouquecer, ele escuta alguém cantar. Ele segue a bela canção por alguns quilômetros, e encontra Rá, agora chamado Cerunnos, em Stonehenge.


Nesse momento aparece um Anúbis, um dos soldados de Seth, prestes a atacar Cerunnos. Kallius, rápido como o vento, feroz como os lobos, destroça o inimigo com sua espada. No entanto, o Anúbis era muito forte, e feriu o rapaz de morte. Cerunnos, em agradecimento, realiza o encanto de Krishna, e concede ao guerreiro “uma vida tão longa que a nenhum outro humano seria concedida”.  Convida-o também a seguí-lo, e Cerunnos o ensina a ler, escrever, e muitas outras coisas sobre o mundo e o universo. Cerunnos tornou-se o pai que ele nunca teve. Eles voltam ao Egito, e o andarilho participa com sucesso da defesa da casa de Rá. Quando este decide permanecer na Terra, em favor dos humanos, o filho e Ur segue com o velho mestre, e eles voltam para a Gália, onde instaura-se a nação Celta.


Quando Rá retorna a Misrayin com Bastet e Sekhmeth, Kallius se vê sozinho novamente. Decide, voltar ao vilarejo onde havia nascido. Muitos anos haviam se passado, sua era havia passado, e ele não tinha percebido. Deu-se conta que andou tanto pelo mundo, que nunca havia criado raízes. Ele não tinha mais um lugar, tudo havia mudado. Decide então seguir mais para o norte, procurando a Aurora Boreal.  Diziam que ela era a única deusa que poderia tirar o feitiço de Rá e trazer-lhe a paz da morte. Durante a viagem, Kallius cai numa fenda de gelo, e permanece lá por anos sem fim, desacordado.


Em 2250, o planeta Terra não é nada daquilo que conhecemos. As Megalóples tomaram conta das regiões Sul, principalmente na América e na África. O idioma corrente chama-se Comum, uma mistura de inglês, português, chinês e dialetos alienígenas. Os países do Norte estão quase desertos, e a natureza retoma o lugar que perdeu por muitos milhares de anos. O clima está bem mais quente, e são poucas as geleiras. A fenda onde Kallius está preso é um dos últimos refúgios de gelo na tundra, mas naquela primavera, a esquife de gelo começa a derreter.



Um grupo de cientistas o encontra, e a aceleração de seus sinais vitais (seu coração batia ao ritmo de uma pulsação por ano!) faz com que eles retornem imediatamente à base.
Os médicos fazem uma série de exames e se espantam: Não havia um sinal de vacina em seu sangue. Seu corpo apresentava marcas de sífilis e varíola, seus pulmões haviam passado por uma tuberculose, doenças que haviam sido extintas há 200 anos atrás ou mais, e o teste de carbono 14 em suas roupas revelaram que ele era muito, muito antigo.
Linguistas de três continentes o ouviram por net-conference, sem sucesso. Havia apenas uma pessoa que conseguiria se comunicar com ele, e ela estava num planeta a milhares de anos luz dali.
Riva Tygress, esposa de Ceres Tygra, Primeiro Ministro de Thundera, chegou na manhã de quarta-feira, atravessando um Stargate. Ela tinha o dom da linguagem, e eles conversaram por toda a tarde.
            Resultado:
- O lugar dele não é na Terra. Kallius é um escolhido dos Orsirosianos. Ele deve retornar para Misrayin, para junto de Rá. - Ela disse assim que saiu.
- Rá, o deus egípcio do sol!?
- Eles não são deuses, são outra civilização.
- Mas não podemos deixá-lo partir.
- Por que vocês me chamaram?
- Oras, você é a única que pôde entendê-lo.
- Vocês entendem meu dom?
                Os cientistas se entreolharam.
- RESPONDAM!
- Er... Não... isso precisaria  de mais estudos e...
- E vocês entendem todas as maravilhas que os aliens lhes apresentam?
- Não.... nem todas, mas há estudos....
- ESSE RAPAZ É FILHO DE RÁ, ELE NÃO PERTENCE A ESTE MUNDO CAÓTICO! OU ELE SEGUE COMIGO E EU O DEVOLVO A SEU PAI, OU A TERRA SERÁ A NOVA HIROSHIMA!!!!
            
             Quando o comando do exército chegou, no dia seguinte, para levar Kallius para seus laboratórios, encontraram uma múmia do paleolítico. Naquela noite, um dos cientistas foi encontrado morto, e o grupo tinha descoberto quem os espionava e entregava todas as descobertas e invenções para o exército. Eles só não vieram antes pois toda a rede mundial teve uma pane de três dias.


                 Em Thundera, após uma viagem no Stargate:

- Onde está Cerunnos?
- Ele virá. É uma questão de tempo. Kallius, esta é a minha casa, o planeta que escolhi para viver. Vou te apresentar a algumas pessoas. Com certeza uma delas te conhece, Bastet, a filha mais velha de Rá... ops, Cerunnos.
- Lembro bem dela. Nos vimos há pouco tempo.
- Você entende o que aconteceu com você?
- Não.
- Quer que eu explique?
- Não. Quero apenas ver meu amigão.
                Kallius permaneceu no Giroscópio, com Bastet, Keanu, Banthii, Jagara, Riki e Iason por alguns meses. No entanto, apesar de serem boas pessoas e ótimos guerreiros, ele preferia ficar sozinho ou andava por Thundera por vários dias. Quem mais o entendia eram Riki e Keanu, um garoto de rua e outro andarilho-guerreiro.
No fim desse período, uma imensa nave dourada, surgiu nos céus de Thundera. Rá, com os cabelos brancos assumidos, e uma linda túnica dourada, apareceu. Hórus o seguia, cabisbaixo.
- Ficarás aqui, filho. Me doí o coração submetê-lo á mortalidade, mas tu deves passar pelas mesmas provações que suas irmãs. Assim também, aprenderás a dar valor a teu pai.
             


                  Qual não foi a surpresa de Rá ao encontrar Kallius:
- Tú deverias ter partido comigo, filho! Tú, que foste gerado de mulher humana, foi mais meu filho do que aquele que foi gerado por mim. Vem, terás lugar de honra ao meu lado.
              O guerreiro-lobo voltou ao Giroscópio alguns meses depois. Parecia outra pessoa. Seu cabelo, comprido até a cintura e cortado reto, vestia-se como um líder celta, seu corpo não tinha mais as marcas dos antigos ferimentos e doenças, suas tatuagens haviam sido refeitas, e a tinta usada em Misrayin, com poderes mágicos, fazia os lobos se moverem em seus braços quando ele lutava. Teve acesso a toda compreensão de sua história, e tudo o que havia acontecido na Terra, em Misrayin e Thundera. E voltou para ajudar na luta contra os antigos espíritos do mal.
             
Kallius was Made Again.

Kal, me corrija onde estiver errado. Manda as mensagens no FB, ok.

That´s all, folks! Por hoje é só, pessoal

Uma ótima semana para todos!


Jagara
  




              

domingo, 13 de maio de 2012

Something's Gotten Hold of My Heart


Somethings gotten hold of my heart
Keeping my soul and my senses apart
Somethings gotten into my life
Cutting its way, my dreams like a knife
Turning me up, turning me down
Making me smile, making me frown

In a world that was small, I once lived in a time
That was peace with no trouble at all
But then you came my way
And a feeling unknown shook my heart made me want you to stay
All of my nights, and all of my days

Yeah, somethings gotten hold of my hand
Dragging my soul to a beautiful land
Yeah, something has invaded my night
Painting my sleep with a colour so bright
Changing the grey, changing the blue
Scarlet for me and scarlet for you
(Marc Almond and Gene Pitney) 


Acho que nunca encontrei uma música tão apropriada, a letra tem tudo haver, e a melodia é dramática e intensa. Neste post, Riki e Iason vão matar a saudade um do outro. Portanto: 

Riki: NC Iplehouse Theo
Iason: Iplehouse Arvid
ATENÇÃO!
PicSpam 
Romance Homossexual (Yaoi)
Conteúdo Adulto



A construtora havia terminado uma casa e o engenheiro responsável iria entregar as chaves para os novos moradores. Riki pode voltar mais cedo para casa, pegou uma muda de roupa em seu quarto, tomou banho e foi até o quarto de Jagara, que Iason ocupava.


- Tá dormindo a minha loira – ele falou baixinho.


 O rapaz observa o obi e o kimono de seu “namorido” sobre a cadeira.


Senta-se, tira as botas e as deixa cair no chão.


 Iason apenas se vira e continua dormindo.


 Riki não consegue desviar os olhos dele enquanto tira a regata.

Chega perto da cama e o chama:
- Iason... Iasooo-on.


Senta-se ao lado de seu amado e acaricia seus cabelos, fazendo-o acordar:


- O quê...??? Oras, Riki!


I: Como foi seu dia?
R: Tudo bem. Mas eu senti sua falta


R: Cê nem sabe o quanto... - sendo “pouco” oferecido, não? O.o
I:   Por favor, pare com isso!
R: Ué, por quê?




I:   Diga-me. Tens pena de mim?
            Riki conhecia esse começo de conversa. E sabia muito bem qual resposta dar:
R: Tenho motivo?
I :  Não quero tua pena!


- E o meu carinho, pode ser?
 Iason fica pensativo.
- Pôxa, a gente ficou tanto tempo longe um do outro. Vamos abaixar a guarda, ok? Vem, faz!
O blondie fica desconfiado.
- Se eu estivesse com pena, teria nojo que você me tocasse, mas eu tô aqui, te esperando e desejando. VAMOS, FAZ!


I: Mesmo? Será que continuas tão sensível? Lembras-te do caminho?


R: Lógico! Demorô!

NJ: Pô, Iason, olha a situação do menino!

I:  Então o farás em mim.
R: JURA?!
I:  Sim, me acariciarás.


Riki não se faz de rogado e beija o rosto de Iason, os olhos, a boca.
NJ: Ô, Iaia, para de fingir que não tá gostando!



Morde-lhe a hélix da orelha e o lóbulo de leve. A ponta da língua dança entre a concha e a anti-hélix. O blondie deixa escapar um suspiro profundo.


Iason observava o anel de pet preso ao pescoço de Riki com um colar.
“Nunca, nunca me esqueceste, mesmo depois de tanto tempo! Poderias ter fugido, mas esperaste por mim!” – ele pensa, mas não fala, temendo quebrar todo o encanto.
As mãos do rapaz escorreram do pescoço para o peito, brincando com os mamilos. Logo eles foram beijados também.


As mãos do mongrel fluem pelo abdome, sentindo o corpo de seu amado aquecer. 
R: Quer que eu continue?
I:   Sim. Desça.


Riki estava ansioso para chegar no “flagpole”, mas:
I: Não, pare! Não aí. - Nem Júpiter sabe como foi custoso para Iason ter que parar. Mas sua curiosidade era maior.


- Aqui. Sente... as cicatrizes das minhas pernas. Veja, eu não sou mais perfeito, Riki.


- Por...que.... isso, Iason? – ele percebe que tinha caído numa armadilha. Iason o estava testando, fazendo um jogo cruel.




- Seu...seu blondie filho-da-puta! Buuuuuuu..... - As imagens das explosões no prédio e a laje caindo sobre Iason formam um tsunami de horror aos olhos de Riki. Ele se lembra de uma mulher muito branca, com imensas asas negras, passando por eles. 


- Por que choras? A verdade de que não conseguirás viver um romance com um aleijado foi demais para ti?
- Não, seu babaca! Pensa que é fácil pra mim lembrar quanta dor eu te causei?



- Era para eu ter ficado aleijado em Dhana Bah, não você!  E..eu preferia ter morrido lá do que ver você se torturando assim!


- Riki! – As imagens do prédio caindo também invadem a mente do blondie e seu coração fica apertado - Se houvesses morrido... eu estaria morto de qualquer jeito. Para o mundo no mesmo instante, e de fato em poucos dias.


 Iason  engole o choro. Com alívio e alegria percebe que em nenhum momento Riki tivera nojo dele, pelo contrário.

I: Vem, pequeno. Temos que colocar nossos assuntos em dia.

Incontáveis beijos se seguem, percorrendo o corpo moreno da cabeça aos pés.

Praticamente eles bebem um do outro, e nem todo vinho do mundo seria tão embriagador.

Seus corpos são como fornalhas. Dois sóis entrelaçados.

As sensações reais sobrepujam-se às lembranças...

E ficam cada vez melhores...

Pois “o abismo” entre eles havia desaparecido – The spaces between were overcome...

Não há castas, nem convenções sociais, nem blondies, nem mongréis, nem Júpiter...

Ninguém mais os censuraria por se tocarem, por terem um ao outro. Ninguém os impediria de viverem e prosperarem juntos. 

Eles estavam livres. 

- Queres saber algo, Riki?

- O quê, Iason?
- Nossa vida, de hoje em diante, vai ser maravilhosa! 
-Eu acredito.


Como não poderia faltar:

EXTRA! EXTRA! EEEEEEEEEXTRAAAAAA!!!

Cíaran dormia tranquilamente em seu "sofazim" de seu quarto, quando a coisa esquenta no quarto de Jagara, onde estavam Riki e Iason.


- O QUE É ISSO??? AH, NÃO!!!

- PELO AMOR DE SÃO JAGA!!! DÁ PRA FAZER MENOS BARULHO AÍ!!! TEM UM PROFESSOR QUERENDO DESCANSAAAAAR!!